Sucessão no inventário caro e lento em vida, por estrutura.
Holding familiar, doação com usufruto, testamento e seguros: a estrutura certa para proteger o patrimônio e organizar a sucessão sem desgaste e sem surpresa fiscal.
Holding familiar, doação com usufruto, testamento e seguros: a estrutura certa para proteger o patrimônio e organizar a sucessão sem desgaste e sem surpresa fiscal.
Análise inicial confidencial. Estrutura desenhada caso a caso com apoio jurídico parceiro.
Em números
- R$500M+: Em patrimônio estruturado
- Diagnóstico: Antes de qualquer estrutura
- 100%: Estruturas sob medida
O que entra
Planejamento sucessório completo. Mapeamento do patrimônio, herdeiros e vontades. Estratégia de sucessão desenhada em vida, sem depender de inventário.
Holding familiar. Análise de viabilidade, desenho societário e implantação com parceiros jurídicos e contábeis. Governança familiar incluída.
Eficiência fiscal do patrimônio. ITCMD, IR sobre aluguel e ganho de capital analisados caso a caso. A estrutura certa paga menos imposto dentro da lei.
Proteção patrimonial. Blindagem lícita contra riscos de negócio, seguros de vida e D&O, e cláusulas de proteção nas doações.
Entregáveis
- Holding familiar e patrimonial
- Doação com usufruto
- Testamento e diretivas
- Seguro de vida sucessório
- Governança familiar
- Análise de ITCMD por estado
- Reorganização societária
- Acompanhamento anual da estrutura
Para quem é
Famílias com imóveis, participação em empresa ou aplicações relevantes, que querem organizar a transmissão em vida em vez de deixar para o inventário.
Sócios de empresa familiar que precisam separar patrimônio pessoal de risco do negócio.
Pais que querem doar em vida com regras claras, mantendo controle e renda enquanto viverem.
Herdeiros que já enfrentam um inventário e querem entender as opções antes de decidir.
Como funciona
- Mapa do patrimônio. Levantamento de bens, participações, dívidas, herdeiros e vontades. Estrutura desenhada sem esse mapa costuma resolver o problema errado.
- Análise de viabilidade. Nem todo patrimônio pede holding. A comparação entre estruturar e não estruturar considera custo de implantação, manutenção e tributação de cada caminho.
- Desenho e implantação. Societário, cláusulas de proteção nas doações, usufruto e governança familiar, com apoio jurídico e contábil parceiro.
- Manutenção. Estrutura patrimonial tem obrigação acessória e contabilidade próprias. Sem manutenção, a estrutura perde a finalidade que justificou criá-la.
Perguntas frequentes
O que é uma holding familiar? É uma empresa criada para deter bens da família, como imóveis e participações. Os herdeiros passam a receber quotas dessa empresa, e não os bens diretamente, o que muda a forma de transmitir e de administrar.
Quando a holding não vale a pena? Quando o custo de implantar e manter supera o benefício, o que acontece com patrimônio pequeno ou concentrado num único bem sem intenção de transmissão estruturada. É uma conta, não uma regra.
O que define o custo de estruturar? Quantidade e tipo de bens, número de herdeiros, existência de empresa operacional, estado onde estão os imóveis e complexidade das cláusulas. Há também custos de terceiros, como cartório e ITBI na integralização, que variam por município.
O que é o ITCMD e por que ele importa agora? É o imposto estadual sobre herança e doação. A Emenda Constitucional 132/2023 tornou a progressividade obrigatória, e leis estaduais publicadas em 2026 produzem efeito a partir de 01/01/2027. Isso muda o cálculo de quem estuda doação em vida.
Holding protege de qualquer dívida? Não. Blindagem lícita reduz exposição do patrimônio pessoal a risco do negócio, dentro da lei. Estrutura criada para frustrar credor existente é fraude e pode ser desconstituída judicialmente.
Doação em vida tira meu controle sobre os bens? Não necessariamente. A doação com reserva de usufruto transfere a nua-propriedade e mantém com o doador o uso e a renda do bem enquanto ele viver.
Do blog desta unidade
- ITCMD em 2027: o que muda na herança e na doação
- Doação em vida antes de 2027: como funciona e quando não faz sentido
- Doação com reserva de usufruto: o passo a passo completo
- Resolução CNJ nº 695/2026: como muda a relação entre inventário extrajudicial, ITCMD e publicidade registral
- Vacância, aluguel e patrimônio: o que o recorde de escritórios em Tóquio ensina sobre imóveis como ativo
- Filhos herdam as dívidas dos pais? Como o espólio responde antes da partilha
Sucessão se resolve em vida.
Análise confidencial do seu caso, estrutura desenhada sob medida.